sexta-feira, 5 de julho de 2013

Em Manutencao

Saudações!!

Gostaria de avisar a galera das bandas que mandou material no decorrer desta semana p/ o Distopico Webzine, que devido a uma breve reformulacao do layout, ainda no postei os materiais recebidos, assim que eu arrumar a interface do webzine, irei postar, fiquem tranquilos.!!

E quem ainda no mando material, o convite j foi feito e fiquem a vontade para enviar!! O email o mesmo j divulgado: distopicozine@gmail.com

Lembrando, que desde o incio estou realizando esse trabalho completamente sozinho e com recursos basicos/meia boca de edicao, embora um grande amigo vai me ajudar na revitalizacao visual do webzine. Todo o trabalho de modo semelhantes aos fanzines fisicos, ou seja, um trabalho aperiodico, no tem uma data certa de postagem, alem disso totalmente voltado para o difuso do underground/contra cultura e nunca voltado para o lucro.

Bandas fascistas e posers no so bem vindas!!

Afinal porque dizer isso novamente? Bom simples..serei curto e objetivo:

Particularmente no compartilho com idias totalmente ultrapassadas em pleno saculo XXI , p/ mim o imaginario/comportamento/posicionamento fascista (seja qual "ismo" que carregue) total desnecessario, nunca ser bem vindo e chega desse papo de unio c/ a patota fascista usando lamentavelmente o underground!!
Poser's nunca querer somar, s criticam, deturpam, degradam o que mesmo com tantas dificuldades, acreditamos e semeamos com sinceridade, ou seja, o Faca Voc Mesmo, o Underground e a Contracultura.

Respeitem o radicalismo, no ta de acordo? Bom, a intencao nao e agradar!!

Enfim..em breve a "Distopia" renasce..vlww a todxs que valorizam e reconhecem esse trabalho e muito grato por mais de 6 mil visualizacoes em 60 dias de vida desse introspectivo e sincero meio de contra informacao virtual!!!

Abxx e bom fim de semana a tdxx!!



sexta-feira, 28 de junho de 2013

Arquivo Morto


A banda surgiu em 2001 no bairro de Maranguape  na cidade de Paulista (PE). Formada por amigos moradores da periferia que enfrentavam problemas sociais semelhantes, a Arquivo Morto procurou retratar o sentimento de revolta frente tal contexto de injustiças sociais por meio de um Hard Core Rápido, Direto, Agressivo e Consciente.O descompromisso dos integrantes com uma música mais “trabalhada” trouxe para a banda o estilo Hard Core Power Tosco - Música produzida com sinceridade que traz variações do Punk ao Power violence com algumas passagens de Crust/Grind e vocais bastante agressivos.


ARQUIVO MORTO É:

Guill - Vocais e Guitarra
Júlio - Baixo e Vocais 
Whent - Bateria


FACEBOOK

MYSPACE

DOWNLOAD - DEMO 2007

VÍDEOS

Falsa Democracia (Demo)


Arquivo Morto - Fé Monetária Intencional



Arquivo Morto - Ao Vivo (Recife)


E-MAIL:

guill.axmx@gmail.com

quarta-feira, 26 de junho de 2013

terça-feira, 25 de junho de 2013

Apoio Mútuo & Solidariedade aos que lutam!

Solidariedade é mais que a palavra escrita
Basta de Criminalização aos Movimentos Sociais.


Entrevista Coletiva realizada no dia 23 de junho de 2013 na sede da FAG - Federação Anarquista Gaúcha que foi invadida ilegalmente pela Polícia Civil na última semana. Essa entrevista é uma resposta da FAG as declarações do Governador do RS Tarso Genro feitas na mídia culpando os anarquistas pela violência nas manifestações ocorridas em Porto Alegre. Vídeo Resposta FAG



terça-feira, 18 de junho de 2013

Ei, reaça, vaza dessa marcha!

Não, reaça, eu não estou do seu lado. Não vem transformar esse protesto legítimo em uma ação despolitizante contra a corrupção. Não vem usar nariz de palhaço, não tem palhaço nenhum aqui. Agora que a mídia comprou a manifestação tu vem dizer que acordou? 
O povo já está na rua há muito tempo, movimentos sociais estão mobilizados apanhando da polícia faz muito tempo. São eles os baderneiros, os vândalos, os que atrapalham o trânsito. Movimento pelo transporte, Movimento Feminista, Movimento Gay, Movimento pela Terra, Movimento Estudantil… Ninguém tava dormindo! Essa violência que espanta todo mundo não é novidade, não é coisa de agora. Acontece TODOS os dias nas periferias brasileiras, onde não tem câmera pra registrar ou repórter para se machucar e modificar o discurso da mídia.
Não podemos admitir que nossa luta seja convertida pela direita numa passeata contra a corrupção. Não é uma causa de neoliberais. Não é uma causa pelos valores e pela família. Não estamos pedindo o fim do Estado – pelo contrário! – Esse “Acorda, Brasil” não tem absolutamente NADA a ver com a mobilização das últimas semanas.
Então se tu realmente acredita que a mídia tá do nosso lado, abre os olhos! São muitas as maneiras de se acabar com um levante: força policial, mídia oportunista, adoção e desconstrução do discurso…
Começou a disputa pelos sentidos da efervescência:
“Não é nem um pouco fácil entender a proporção que as coisas estão tomando no Brasil. Os protestos estão cada vez mais heterogêneos, e amanhã (hoje) vai ser um dia gigante e imprevisível. Protestos são convocados por desde movimentos libertários e autogestionados (que se encontram na gênese das manifestações) até pelas páginas ufanistas/moralistas/udenistas como a antipetista Acorda Brasil, que dissemina desinformação e preconceito de classe. Se esse choque de alteridades pode ser potente, também pode gerar desmobilização numa questão de semanas. Começou a disputa pelos sentidos da efervescência. Reacionários estão determinados a também sair do facebook e transformar a insatisfação coletiva numa versão inchada do elitista Movimento Cansei, com sua pauta moralista e antipetista. Por outro lado, governistas estão mais preocupados em deslegitimar as manifestações e em blindar os governos petistas, que não se pronunciam sobre o que acontece por não conseguirem compreender o novo, e quando se pronunciam, não conseguem romper com o emcimadomurismo. A multiplicidade de pautas que desaguam nessa insatisfação generalizada torna impossível vislumbrar os rumos que as coisas irão tomar. Será árdua a tarefa de disputá-los.” 
(Retirado do blog Café com Nata)


segunda-feira, 17 de junho de 2013

Luta Popular Internacional e a Ditadura Moderna Nacional

Os grandes atos organizados contra o aumento das passagens em São Paulo têm marcado pontos importantes dos quais ligeiramente destaco: 

1) A capacidade crescente de mobilização social entorno de uma pauta comum; 
2) O ensaio de um xeque-mate em quem aprecia a democracia nos limites e conforto dos salões;  
3) Desafia a hegemonia da imprensa dominante, quando manifestantes cobrem e apresentam pontos até então invisíveis de dentro dos fatos.

Não é novidade o aumento da passagem dos transportes coletivos em SP. Nos últimos anos, o período em que ocorre os reajustes da tarifa tem sido marcado por manifestações contrárias ao aumento e junto vem a exigência por melhorias significativas no sistema de transporte coletivo para a população. A tarifa zero, que parecia impossível, entrou na pauta e já começa ser discutida, agora no campo da sua viabilidade ou não. Parece pouco, mas não é. As pessoas na rua consideram caro a tarifa e avaliam como sendo péssimo o serviço prestado pelas empresas de transportes coletivos. Todos os dias, milhares de pessoas perdem horas em trânsito, saem muito cedo e voltam muito tarde para casa, esperam muito e ainda vão espremidas nos transportes coletivos. As empresas dos transportes lucram muito e quem sofre é a população. É justamente essa insatisfação que alimenta as manifestações que tem tomado as ruas de SP. Mas não só. Há também um desejo real e compartilhado de participação no processo político no qual nenhuma cidade pode abrir mão. Um desejo de ser visto e ouvido no espaço público da cidade. Aliás, a salvação das cidades está na participação política da sua população, sobretudo, substituindo a paisagem do trânsito e seus veículos nas ruas por pessoas. As exigências que emergem das ruas é para acordar os poderosos acomodados no poder. Para alguns políticos de plantão, lotados em gabinetes e redações, a democracia parece ser boa quando ela faz barulho apenas no quintal do vizinho. Prefeito e governador, cada um do seu modo, demonstram insatisfação com a cobrança feita nas ruas. Enquanto Haddad desqualifica a legitimidade e o caráter democrático do ato, Alckmin criminaliza e autoriza a violência policial, que, aliás, lhe é muito característica.  Os dois veem nos atos a inconveniência de milhares de pessoas cobrarem nas ruas da cidade a revogação de uma decisão política tomada por eles em gabinetes. Se levar para as ruas o debate sobre uma questão que afeta a grande maioria da população de SP não for democrático, então, prefeito e governador devem avaliar seus conceitos.

A imprensa dominante massificou uma impressão dos atos que não é verdadeira. As manchetes dos principais jornais impressos inverteram a ordem dos fatos. É a Polícia Militar que sempre entra em confronto com quem participa dos atos, ferindo até quem passa perto da manifestação, e não o contrário. É a velha e conhecida estratégia de instaurar o consenso fabricado. As emissoras de tevê seguiram a mesma lógica e exibiram apenas aquilo que está alinhado ao poder dos editoriais. Nem a rádio escapou. Os donos da verdade queriam as suas versões dos fatos nas ruas. Graças à tecnologia digital, portátil e redes virtuais, centenas de pessoas que participaram dos atos relataram em textos e imagens o que aconteceu de dentro da manifestação. Através delas, é possível identificar a violência praticada por policiais militares fortemente armados contra uma multidão de manifestantes desarmadas. Comparar um batalhão armado portando espingardas de balas de borracha, bombas, gás de pimenta, cassetetes de borracha e de madeira com indivíduos que eventualmente revidam a violência policial com uma pedra ou ateiam fogo em um saco de lixo é um exercício de convencia que quando repetido mil vezes, infelizmente, pode pegar.  Contudo, a regra desta comparação é que as vitimas são sempre a da violência policial. Os grandes atos organizados contra o aumento das passagens em SP têm marcado pontos importantes porque tem gerado um incontrolável – isso sim! -, protagonismo social nas ruas. São Paulo deveria acolher melhor essa multidão. (Texto escrito por um comp@ do M.A.P)

"Ser governado é... Ser guardado à vista, inspecionado, espionado, dirigido, legislado, regulamentado, parqueado, endoutrinado, predicado, controlado, calculado, apreciado, censurado, comandado, por seres que não têm nem o título, nem a ciência, nem a virtude (...). Ser governado é ser, a cada operação, a cada transação, a cada movimento, notado, registrado, recenseado, tarifado, selado, medido, cotado, avaliado, patenteado, licenciado, autorizado, rotulado, admoestado, impedido, reformado, reenviado, corrigido. É, sob o pretexto da utilidade pública e em nome do interesse geral, ser submetido à contribuição, utilizado, resgatado, explorado, monopolizado, extorquido, pressionado, mistificado, roubado; e depois, à menor resistência, à primeira palavra de queixa, reprimido, multado, vilipendiado, vexado, acossado, maltratado, espancado, desarmado, garroteado, aprisionado, fuzilado, metralhado, julgado, condenado, deportado, sacrificado, vendido, traído e, no máximo grau, jogado, ridicularizado, ultrajado, desonrado.  Eis o governo, eis a justiça, eis a sua moral! " - Pierre-Joseph Proudhon (1840)

Abaixo segue uma coletânea de vídeos realizadas por comp@s
 que não temem os órgãos repressores de um Estado nitidamente fascista.

Luta Contra o Aumento da Passagem em São Paulo 


A Ditadura Moderna em São Paulo


Luta Contra o Aumento da Passagem no Rio de Janeiro


Luta Contra o Aumento da Passagem em Salvador


Luta Contra o Aumento da Passagem em Porto Alegre



DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Solidariedade e Apoio Mútuo Internacional:

Os manifestantes contra o aumento dos preços do transporte público no Brasil ganharam apoio fora do País. No domingo 16, marchas organizadas por redes sociais levaram, segundo estimativas das polícias locais, mais de 250 pessoas às ruas de Berlim, capital da Alemanha, e outras 2 mil em Dublin, na Irlanda. Além de cerca de 100 manifestantes em Nova York, nos Estados Unidos, e 150 em Montreal.

Em Berlim, a passeata criticou principalmente a violência policial em São Paulo e os gastos com a realização de grandes eventos esportivos no Brasil. "Essa marcha é para mostrar aos alemães, para as pessoas que moram aqui e também para a mídia que está acontecendo algo no Brasil e que o país precisa ser olhado com atenção", disse Juliana Doraciotto, organizadora da manifestação em Berlim, à agência de notícias alemã Deutsche Welle.

O protesto, organizado pelas redes sociais, foi além do aumento da passagem e da violenta repressão policial em São Paulo. "Está relacionado também com maneira de fazer política no Brasil, ao transporte público de má qualidade e a como qualquer manifestação democrática é muito reprimida pela polícia, principalmente em São Paulo", explicou o estudante de Urbanismo Guilherme Maruyama da Costa.
Em Berlim, os manifestantes receberam o apoio do movimento turco que estava reunido próximo ao local de concentração e também da polícia, que interrompeu o trânsito para que a caminhada de 1,5 quilômetro entre os bairros de Kreuzberg e Neukölln pudesse acontecer sem problemas.

Na capital irlandesa, os manifestantes se reuniram no centro da cidade para o evento nomeado de Brazil Awakening Dublin. Não houve caminhadas pela cidade para não causar transtornos no trânsito por recomendação da polícia local. O evento foi organizado pela jornalista brasileira Andréa Cordeiro pelo Facebook. Havia 3 mil presenças confirmadas. Em Nova York, os brasileiros enfrentaram dificuldades para realizar o ato no Central Park. Eles ficaram no local com cartazes, mas não tinham autorização da polícia para fazer o evento. (Texto retirado da Revista Carta Capital)

Links:

sábado, 15 de junho de 2013

Jagtvej 69

Documentário: Jagtvej 69 - Ungdomshuset
Diretor: Nikolaj Viborg - Copenhage - Dinamarca
Ano: 2008



Um grande edifício abandonado na região central de Copenhage passa a ser habitado por jovens forasteiros que chegam à nova cidade e não têm onde ficar. Entre esses jovens há punks, homossexuais, vegetarianos; jovens "esquisitos" de grande capacidade criativa. Com o tempo, o edifício abandonado ganha um nome (Ungdomshuset), uma biblioteca, um cinema, um palco para apresentações ao vivo e novos moradores: jovens de cidades pequenas e vizinhas, onde não se sentem queridos nem mesmo tolerados, e de onde chegam em exôdos intermináveis. 

Diante da necessidade de se haver uma Casa da Juventude na cidade e do fato de que Ungdomshuset já estaria servindo como uma, a gestão administrativa de Copenhage dá aos jovens moradores o direito de uso da propriedade, em 1982. Entretanto, em 2006, os proprietários reais do imóvel, o grupo religioso Faderhuset, requirem a reapropriação do lugar, que não foi comprado para os jovens, apenas cedido.
"Jagtvej 69" conta com filmagens efetuadas de agosto de 2006 a março de 2007, mostrando a luta dos jovens de Ungdomshuset para manterem sua sede, com tudo que haviam conseguido criar lá dentro por si próprios, contra toda a movimentação opressora que se formou na cidade, tanto pela nova prefeita quanto pelo Faderhuset.

Mesmo debaixo de cassetetes eles não pararam suas marchas, mesmo abandonados e perseguidos pela cidade eles permaneceram lutando em nome de seu sonho em comum: ter uma casa para a juventude local e estabelecer os valores da diversidade cultural.

Um sopro de resistência e sonhos, de rebeldia, de desobediência civil, para todos àqueles que ainda acreditam na possibilidade de mudanças pelos movimentos juvenis e também para os que acham que a oposição já deu seu último suspiro.

(Sinopse retirada do Blog - Resíduos Tóxicos)





Documentário Completo (Legendado)